Mostrar mensagens com a etiqueta Acidentes no mar.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Acidentes no mar.. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Catamarã "Alboran" colidiu com objeto semi-afundado


Às 16.29 horas de hoje, o catamarã "Alborán", da Naviera Armas , que efetua a ligação Las Palmas-Tenerife, colidiu com um objeto semi-afundado , tendo-se sentido enormes vibrações e provocando a inundação de espaços vazios na zona da proa de bombordo.
Foto: @twitter

O choque deu-se contra um navio semi-afundado e um pontão flutuante e foi detetadas pessoas na água que foram resgatadas pelo Resgate Marítimo de Las Palmas, sendo elas os três tripulantes do pontão
O navio "Alborán" voltou ao porto de partida, uma vez que estava transportando cerca de 150 passageiros e tinha zonas inundadas.

O catamarã "Alboran" entrou pelos seus próprios meios no porto de Las Palmas embora acompanhado por dois rebocadores. Nenhum dos passageiros e tripulantes ficaram feridos e não houve danos nos veículos transportados.
Foto: @twitter


O casco foi inspecionado por uma equipa de mergulhadores para avaliar a extensão dos danos. O navio deverá ser varado em ASTICAN para uma mais profunda avaliação e posterior reparação



Fonte //puentedemando




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Ferry "Excellent" faz tombar grua em Barcelona


O navio ferry “Excellent”, sofreu um acidente durante as manobras de atracação no Porto de Barcelona, ​​que está sendo afetado por condições climáticas muito adversas, disse a empresa, que lembrou que tanto passageiros quanto os membros da tripulação estão bem e não houve feridos.


Ver video 


O choque do navio provocou a queda de um guindaste que causou um incendio que já foi extinto.
A Grandi Navi Veloci ,empresa dona do ferry atribuiu ás condições climáticas muito adversas a causa da colisão deste navio contra a doca sul da instalação portuária nesta manhã, mas fontes da empresa disseram à Efe que o desembarque dos passageiros foram feitos normalmente

Veja Tambem As pessoas, as maquinas e a segurança nos portos

O navio danificado ainda está atracado no porto e a GNV espera que ele possa sair para Tânger.


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Navio "Alta" avariado a 1380 milhas das Bermudas

O navio de carga geral  “Alta”de  bandeira tanzaniana teve uma avaria na maquina quando navegava a aproximadamente 1,380 milhas a sudeste das Bermudas, O navio deslocava-se da Grécia para Haiti e tem 10 tripulantes a bordo

Foto Guarda Costeira EUA

Segundo informação da tripulação tinham comida suficiente para dois dias e água para 15 dias, pelo que a Guarda Costeira dos EUA , conseguiu entregar comida suficiente para uma semana na tarde de terça-feira. Lançada por para quedas de  bordo de um avião Hercules HC-130 da Estação Aérea de Elizabeth City, na Carolina do Norte,

Veja Tambem Ferry "Regina Seaways" com incêndio no Baltico

Foto Guarda Costeira EUA


O armador contratou um rebocador que irá rebocar o navio para Saint Maarten, devendo chegar à localização do “Alta” na próxima semana.





terça-feira, 2 de outubro de 2018

Ferry "Regina Seaways" com incêndio no Baltico


O ferry  "Regina Seaways" com 335 pessoas a bordo incendiou-se no mar báltico, na sequência de uma explosão na sala das máquinas.



 
Foto businessinsider
A informação foi avançada por fontes militares da Lituânia citadas pela agência Reuters. A Força Aérea lituana enviou um helicóptero para o local.

A operadora dinamarquesa, DFDS proprietária do ferry, confirmou em comunicado que existe um "problema técnico".
Indicou ainda que os passageiros estão preparados para um possível abandono da embarcação, não tendo sido até ao momento necessário porque a "situação estava sob controlo".

Veja Tambem Ferry virou-se na Tanzânia e já há 207 mortos registados


De acordo com os representantes da DFDS, o ferry será rebocado para a cidade de Klaipeda, na Lituânia.
 O ferry fazia a ligação entre Kiel e Klaipeda na Lituania.




sábado, 22 de setembro de 2018

Ferry virou-se na Tanzânia e já há 207 mortos registados


O número de mortos no naufrágio de um ferry  na Tanzânia continua a subir e já atingiu um total confirmado de mais de 200 vítimas..


Veja Tambem Há estudantes vivos dentro do ferry que naufragou na Coreia do Sul

Na quinta-feira, o ferry  MV” Nyerer” virou-se quando se aproximava do cais na ilha de Ukara, no lago Victoria. Á quinta-feira há feira na ilha, pelo que há muito transito de passageiros. O “Nyerere” tinha uma lotação para 100 pessoas, mas transportava cerca de 400, as autoridades não tiveram acesso á lista de passageiros. A sobrelotação é relativamente comum nos ferries da Tanzânia e já aconteceram acidentes fatais no passado. O pior dos mais recentes , foi em 1996 com ferry “Bukoba”  custou a vida a mais de 800 pessoas.



 Oo capitão não estava a bordo no momento do acidente, e a balsa estava sob o comando de um indivíduo sem certificação. Além disso,  a embarcação estava sobrecarregada com "toneladas de milho, caixas de cerveja, materiais de construção" e grandes volumes de bagagem, e os passageiros iam para a feira.







quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Navio de cruzeiros "Nautica" á deriva na Escócia

O navio de cruzeiros “Nautica” da  Oceania Cruises,  apanhou vento muito forte ontem, 19 de Setembro, no porto de Greenock, na Escócia, o que causou o  rebentamento dos cabos de amarração e colocou o navio  á deriva no rio Clyde.
Foto Wikipedia

Veja Tambem Cruzeiro fica à deriva nas Filipinas após incêndio nos motores


Vários rebocadores foram para o local para segurar o navio, entretanto os passageiros e tripulantes foram transportados para terra onde aguardaram que as condições permitissem ao voltar do navio ao terminal .
O navio “Nautica” estava na altura com 478 passageiros e 26 tripulantes nao se registando feridos.


Ver Video

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Vento empurra petroleiro contra ponte perto de Osaka


O forte vento registados em Osaka, devido ao tufão Jebi “empurrou” um navio-tanque para a ponte entre o Aeroporto Internacional de Kansai e o continente. Não se houve feridos e a tripulação foi evacuada por helicóptero.



O petroleiro Houn Maru de 2.500 dwt  que estava ancorado na Baía de Osaka antes da chegada da tempestade,  arrastou âncora e atingiu a ponte por volta das 13:00 horas. e as fotos da cena mostraram danos significativos à estrutura da ponte..
O furacão Jebi  atingiu a costa japonesa com ventos de 85 nós e rajadas para 115 nós, sendo o o tufão mais forte a tingir o Japão dos últimos  25 anos.
A tempestade também  causou mares extremamente altas sendo as mais altas desde 1961, causando inundações no aeroporto e forçando o encerramento do mesmo. Kansai ,que é um dos aeroportos mais movimentados do Japão ,permanecerá fechado até a noite de quarta-feira na melhor das hipóteses.


Em outros lugares em Osaka e Kobe, várias dezenas de barcaças partiram as amarras e ficaram à deriva. Algumas tinham tripulantes a bordo, mas nenhum ferimento foi relatado, disse a Guarda Costeira do Japão



ebook-perdido-e-achado-mrec

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Descoberto o mistério do navio fantasma


As autoridades de Myanmar já solucionaram o mistério do “navio fantasma” encontrado, na semana passada, encalhado na região de Rangoon.
Foto Marinetraffic


O porta-contentores, sem qualquer tripulação ou carga a bordo,  que encalhou na costa birmanesa,
O navio estava ser rebocado para o Bangladesh, onde seria desmantelado e foi apanhado por uma tempestade. O cabo de reboque  que ligava as duas embarcações partiu-se, por isso, a tripulação decidiu abandonar o barco


O Rebocador “Independence” foi localizado a 80hm de  Myanmar e as autoridades interrogaram 13 tripulantes, de nacionalidade indonésia, descobrindo então que o rebocador estava com o navio a reboque desde 13 de agosto.

As autoridades continuam a investigar o caso




sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Incendio no Ferry grego El Venizelos”


O ferry grego “El Venizelos sofreu ontem um incêndio quando navegava rumo a Creta com 875 passageiros e 141 tripulantes a bordo.


Foto Shipspoting
 O incidente foi resolvido sem ferimentos pessoais e o navio voltou esta manhã  para o porto de Pireu por os seus próprios meios, escoltado pela Guarda Costeira  Grega e uma unidade de  combate a incêndios. Os passageiros, seguindo as instruções da tripulação, fizeram uso de seus coletes salva-vidas e concentraram-se nos pontos de encontro, no caso de houvesse uma evacuação.




O navio mencionado, de propriedade da Anek Lines, e o incêndio começou na garagem, onde havia mais de duzentos veículos, embora haja suspeitas de que pode ter começado num camião.

domingo, 26 de agosto de 2018

Sete navios encalharam em Taiwan devido a tempestade


Sete navios encalharam no porto de Kaohsiung, em Taiwan, devido a uma forte tempestade.
Todos os tripulantes a bordo dos navios estão seguros, de acordo com o Departamento Marítimo e Portuário de Taiwan.



Na manhã de quinta-feira, Kaohsiung, uma movimentada cidade portuária no extremo sudoeste de Taiwan, foi fustigada por fortes ventos e chuvas torrenciais. Devido ao vento,  cinco navios,  os cargueiros “Taicang Lake”, “Amway 669”, “Changlong 68” , “Shun Yu”  e o petroleiro “Feilong”,encalharam do lado de fora do porto principal.

No total, esses navios tinham 66 tripulantes e cerca de 85 toneladas de combustível a bordo, e nenhum tinha carga.


Na sexta-feira, a comunicação social  de Taiwan informou que sete embarcações estavam encalhadas
Os rebocadores de Taiwan da” Port Hong Kong Company “e da “Kaohsiung Gangqin Company” foram mobilizados para o local e, na noite de quinta-feira, 52 tripulantes foram resgatados com sucesso.

Um navio de pesca perdeu o a propulsão em Yehliu, Nova Taipé e encalhou na manhã de sexta-feira. O navio partiu-se, mas todos os sete tripulantes foram resgatados. Um um cidadão chinês, foi levado para a Universidade Nacional de Taiwan Hosital-Jinshan para tratamento médico.

Fonte//Visiva Global

terça-feira, 7 de agosto de 2018

O naufrágio do "Sewol" poderá dever-se a colisão





Depois de um ano de investigação sobre o desastre do ferry  Sewol de 2014 concluiu-se  que a causa do naufrágio foram problemas com o navio ou um choque com algum objeto desconhecido, como colisão com um submarino por exemplo.

De acordo com a investigação, os potenciais problemas dos navios que poderiam ter causado o desastre foram uma mudança repentina da rota  do navio, a carga excessiva  e as modificações no navio, que poderiam ter afetado sua estabilidade e flutuabilidade. O Sewol estava carregando o dobro da carga permitida no momento do naufrágio e a tripulação reduziu o lastro para compensar.

O Sewol de 6.825 toneladas transportava 476 passageiros quando se virou na costa sudoeste da Coreia do Sul em 16 de abril de 2014. A maioria das 304 vítimas eram estudantes do ensino médio.

As investigações  incluíram examinar o casco e realizar simulações, mas as opiniões sobre a causa do desastre continuaram divididas. O relatório final foi submetido ao presidente Moon Jae-in e pede que os destroços sejam preservados para que as investigações possam continuar e para aumentar a conscientização pública sobre o trágico acidente, informa a Yonhap News.

Em julho, o Tribunal Central do Distrito de Seul determinou que as famílias das vítimas do Sewol receberão 200 milhões de won (US $ 176.000) cada. Um pagamento adicional também será feito aos pais e outros membros da família. Adicionando em compensação para aqueles que morreram, cada família deve receber cerca de US $ 530.000.


Os membros da tripulação foram criticados. Sobreviventes disseram que os avisos a bordo no momento do acidente diziam aos passageiros para ficar nas suas cabines e esperar por ajuda. Enquanto isso, o capitão e a tripulação abandonram o navio  em botes salva-vidas.
Capitão Lee Jun-seok foi condenado a prisão perpétua em 2015 pelo crime de "homicídio por negligência deliberada". Ao anunciar sua decisão, o tribunal disse que "é justo dizer que o capitão abandonou  o navio conscientemente e sabendo que os passageiros se afogariam. Outros 14 membros da tripulação receberam sentenças entre dois e 12 anos.



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Transportador de automóveis encalhou na Suecia




Foto: Kustbevakningen

O transportador de automóveis “Makassary Highway,” com a bandeira do Panamá, encalhou na costa de Loftahammar, na Suécia, na manhã de segunda-feira, quando ia de Cuxhaven, na Alemanha, para Sodertalije, na Suécia.
A causa do encalhe ainda  não foi apurada e está sob investigação, mas a comunicação social  sueca informou que um membro da tripulação foi detido sob suspeita de estar intoxicado.
Uma inspeção submarina da embarcação realizada na terça-feira revelou danos extenso  com a  da entrada  de agua no  casco e da água que exigirá uma operação de salvamento complexa para garantir a segurança.
A extensão total dos danos ainda não é conhecida, porque uma grande parte do fundo do navio de 139 metros repousa sobre as rochas rochosas.
Até agora, não há nenhuma poluição por  derrame de combustível .
O “Makassay Highway” tem capacidade para armazenar 333 mil litros de  combustível, 38 mil litros de óleo lubrificante e 34 mil litros de diesel.

Foto: Kustbevakningen

 
A equipe de resgate do navio,  deve remover todo o óleo dos tanques antes de tentar mover o navio.
De entre os danos, revelados  numa  inspeção subaquática realizada na terça-feira destaca-se um buraco no tanque de pique com , um buraco no propulsor de proa, dano no bolbo e ao longo do lado da porta.
A Guarda Costeira Sueca está trabalhando com a Agência Sueca de Transporte,  companhias de seguros da companhia de navegação e uma empresa de salvamento designada para conceberem um  plano de salvamento para a embarcação.
Espera-se que o tempo  na zona permaneça favorável nos próximos dias.



Transportador de automóveis encalhou na Suecia




Foto: Kustbevakningen

O transportador de automóveis “Makassary Highway,” com a bandeira do Panamá, encalhou na costa de Loftahammar, na Suécia, na manhã de segunda-feira, quando ia de Cuxhaven, na Alemanha, para Sodertalije, na Suécia.
A causa do encalhe ainda  não foi apurada e está sob investigação, mas a comunicação social  sueca informou que um membro da tripulação foi detido sob suspeita de estar intoxicado.
Uma inspeção submarina da embarcação realizada na terça-feira revelou danos extenso  com a  da entrada  de agua no  casco e da água que exigirá uma operação de salvamento complexa para garantir a segurança.
A extensão total dos danos ainda não é conhecida, porque uma grande parte do fundo do navio de 139 metros repousa sobre as rochas rochosas.
Até agora, não há nenhuma poluição por  derrame de combustível .
O “Makassay Highway” tem capacidade para armazenar 333 mil litros de  combustível, 38 mil litros de óleo lubrificante e 34 mil litros de diesel.

Foto: Kustbevakningen

 
A equipe de resgate do navio,  deve remover todo o óleo dos tanques antes de tentar mover o navio.
De entre os danos, revelados  numa  inspeção subaquática realizada na terça-feira destaca-se um buraco no tanque de pique com , um buraco no propulsor de proa, dano no bolbo e ao longo do lado da porta.
A Guarda Costeira Sueca está trabalhando com a Agência Sueca de Transporte,  companhias de seguros da companhia de navegação e uma empresa de salvamento designada para conceberem um  plano de salvamento para a embarcação.
Espera-se que o tempo  na zona permaneça favorável nos próximos dias.



Cargueiro "Priscill a" encalhado na Escócia posto a flutuar



Foto The Maritime Executive

Na passada quarta feira, 25 de Julho , uma equipe de resgate colocou a flutuar o cargueiro Priscilla , uma semana depois de ter encalhado perto de Duncansby Head, um ponto rochoso no extremo norte da Escócia.

Às 03h30 do dia 18 de julho, a Guarda Costeira do Reino Unido recebeu um relatório de que o Priscilla havia encalhado no Pentland Skerries, uma série de ilhas rochosas a cinco milhas ao nordeste de Duncansby Head.
Uma equipe de salva-vidas da RNLI e dois rebocadores foram de imediato para o local, mas sua tentativa inicial de recuperar o navio não teve sucesso.
 O Priscilla permaneceu fortemente preso com a tripulação a bordo.
No final da semana passada, o dono do navio contratou três empresas - Ardent, Multraship e Wagenborg - para fazer uma tentativa para o colocar a flutuar. O coordenador de incidentes do governo, Hugh Shaw, disse que a área é bem conhecida por fortes marés e sugeriu que era importante não atrasar esta operação, para aproveitar as marés favoraveis.


Na terça-feira, foram removidas 28 toneladas de gasóleo dos tanques do Priscilla ,tendo ficado a bordo 15 toneladas para uso da embarcação, assim  como quatro toneladas de HFO solidificada e duas toneladas de óleo lubrificante. A equipe também retirou 1.350 toneladas de  fertilizantes, que componha a sua carga, para uma barcaça
 Para levar a cabo esta operação de reflutuação, a equipa destacou oito navios para o local - o Multratug 20, o Multrasalvor 3, o Multrasalvor 4, o Wagenborg Barge 14, o cargueiro Alana Evita, o Forth Guardsman, o Forth Trojan e o Sprucelight.




Depois de todos os processos de descarga completos, os salvadores agendaram uma tentativa de refluxo para uma maré alta às 22:00 horas, hora local, em 25 de julho. O Priscila saiu das rochas às 21:00 horas, e uma avaliação inicial mostrou que o navio podia ser rebocado com segurança para Scapa Flow nas Ilhas Orkney onde chegará amanhã de manhã e passará por uma inspeção completa.




Cargueiro "Priscill a" encalhado na Escócia posto a flutuar



Foto The Maritime Executive

Na passada quarta feira, 25 de Julho , uma equipe de resgate colocou a flutuar o cargueiro Priscilla , uma semana depois de ter encalhado perto de Duncansby Head, um ponto rochoso no extremo norte da Escócia.

Às 03h30 do dia 18 de julho, a Guarda Costeira do Reino Unido recebeu um relatório de que o Priscilla havia encalhado no Pentland Skerries, uma série de ilhas rochosas a cinco milhas ao nordeste de Duncansby Head.
Uma equipe de salva-vidas da RNLI e dois rebocadores foram de imediato para o local, mas sua tentativa inicial de recuperar o navio não teve sucesso.
 O Priscilla permaneceu fortemente preso com a tripulação a bordo.
No final da semana passada, o dono do navio contratou três empresas - Ardent, Multraship e Wagenborg - para fazer uma tentativa para o colocar a flutuar. O coordenador de incidentes do governo, Hugh Shaw, disse que a área é bem conhecida por fortes marés e sugeriu que era importante não atrasar esta operação, para aproveitar as marés favoraveis.


Na terça-feira, foram removidas 28 toneladas de gasóleo dos tanques do Priscilla ,tendo ficado a bordo 15 toneladas para uso da embarcação, assim  como quatro toneladas de HFO solidificada e duas toneladas de óleo lubrificante. A equipe também retirou 1.350 toneladas de  fertilizantes, que componha a sua carga, para uma barcaça
 Para levar a cabo esta operação de reflutuação, a equipa destacou oito navios para o local - o Multratug 20, o Multrasalvor 3, o Multrasalvor 4, o Wagenborg Barge 14, o cargueiro Alana Evita, o Forth Guardsman, o Forth Trojan e o Sprucelight.




Depois de todos os processos de descarga completos, os salvadores agendaram uma tentativa de refluxo para uma maré alta às 22:00 horas, hora local, em 25 de julho. O Priscila saiu das rochas às 21:00 horas, e uma avaliação inicial mostrou que o navio podia ser rebocado com segurança para Scapa Flow nas Ilhas Orkney onde chegará amanhã de manhã e passará por uma inspeção completa.




quarta-feira, 25 de julho de 2018

2 portugueses entre os 37 feridos no incendio de um catamarã na Galiza




O incêndio no catamarã junto à localidade de O Grove, Espanha, causou 37 feridos, cinco com gravidade, entre os quais dois com a classificação médica de “queimaduras graves “disse fonte da Guarda Civil Espanhola.

Dois dos feridos são portugueses, mas “foram assistidos no hospital de Pontevedra, e já tiveram alta“, disse à Lusa fonte do gabinete do Secretário de Estado ComunidadesPortuguesas.
De acordo com a mesma fonte, “o cônsul de Portugal em Vigo continua em contacto com as autoridades para apurar mais informações.
As vítimas mais graves foram transportadas de helicóptero para o Complexo Hospitalar Universitário da Corunha.

Os outros três feridos graves, que também apresentam queimaduras consideráveis, foram levados para o hospital Montecelo, em Pontevedra.
Os outros 32 feridos sofreram queimaduras ligeiras, princípio de hipotermia e ataques de ansiedade e 14 pessoas saíram ilesas. O catamarã tinha 51 pessoas a bordo.
As forças de segurança espanholas já avançaram diversas causas para o acidente, como uma explosão no interior do catamarã relatada por várias testemunhas, que terá levado a uma colisão contra uma embarcação mais pequena.


Outra hipótese levantada é a de o incêndio ter deflagrado depois de uma colisão do catamarã com a embarcação.

A conselheira do Mar de Galiza, Rosa Quintana, afirmou que o incêndio começou pouco depois da saída do catamarã do porto. Alguns passageiros explicaram que ouviram uma explosão e saltaram para a água ao verem as chamas.
A AXEGA mobilizou um helicóptero com base em Santiago e Ourense, três ambulâncias medicalizadas, 13 de assistência, seis convencionais e um veículo de apoio logístico, além de uma equipa do Centro de Saúde de O Grove.

O resgate teve intervenção de equipas da Proteção Civil de O Grove, Vilagarcía, Caldas e Cambados, Salvamento Marítimo, Guarda Costeira da Galiza, Guarda Civil, a polícia local, ambulâncias, bombeiros, dois helicópteros e a ajuda de outras embarcações turísticas.
De acordo com o jornal Faro de Vigo, o navio opera em rotas turísticas na ria de Arousa


2 portugueses entre os 37 feridos no incendio de um catamarã na Galiza




O incêndio no catamarã junto à localidade de O Grove, Espanha, causou 37 feridos, cinco com gravidade, entre os quais dois com a classificação médica de “queimaduras graves “disse fonte da Guarda Civil Espanhola.

Dois dos feridos são portugueses, mas “foram assistidos no hospital de Pontevedra, e já tiveram alta“, disse à Lusa fonte do gabinete do Secretário de Estado ComunidadesPortuguesas.
De acordo com a mesma fonte, “o cônsul de Portugal em Vigo continua em contacto com as autoridades para apurar mais informações.
As vítimas mais graves foram transportadas de helicóptero para o Complexo Hospitalar Universitário da Corunha.

Os outros três feridos graves, que também apresentam queimaduras consideráveis, foram levados para o hospital Montecelo, em Pontevedra.
Os outros 32 feridos sofreram queimaduras ligeiras, princípio de hipotermia e ataques de ansiedade e 14 pessoas saíram ilesas. O catamarã tinha 51 pessoas a bordo.
As forças de segurança espanholas já avançaram diversas causas para o acidente, como uma explosão no interior do catamarã relatada por várias testemunhas, que terá levado a uma colisão contra uma embarcação mais pequena.


Outra hipótese levantada é a de o incêndio ter deflagrado depois de uma colisão do catamarã com a embarcação.

A conselheira do Mar de Galiza, Rosa Quintana, afirmou que o incêndio começou pouco depois da saída do catamarã do porto. Alguns passageiros explicaram que ouviram uma explosão e saltaram para a água ao verem as chamas.
A AXEGA mobilizou um helicóptero com base em Santiago e Ourense, três ambulâncias medicalizadas, 13 de assistência, seis convencionais e um veículo de apoio logístico, além de uma equipa do Centro de Saúde de O Grove.

O resgate teve intervenção de equipas da Proteção Civil de O Grove, Vilagarcía, Caldas e Cambados, Salvamento Marítimo, Guarda Costeira da Galiza, Guarda Civil, a polícia local, ambulâncias, bombeiros, dois helicópteros e a ajuda de outras embarcações turísticas.
De acordo com o jornal Faro de Vigo, o navio opera em rotas turísticas na ria de Arousa


terça-feira, 24 de julho de 2018

O naufragio do "Herald of Free Enterprise"

Fofo https://www.express.co.uk/


Em 6 de março de 1987, 193 pessoas perderam a vida quando o “Herald of Free Enterprise” naufragou.
O ferry britânico virou-se  23 minutos depois de começar a viagem, no que deveria ter sido mais uma ligação entre Zeebrugge, na Bélgica, para Dover.

Havia cerca de 539 pessoas a bordo, incluindo 80 tripulantes, camionistas transportando mercadorias de volta ao Reino Unido e pessoal do exército em licença de fim de semana.
Muitos afogaram-se tentando escapar do navio afundando, enquanto outros sucumbiram à hipotermia nas águas geladas dos 3C.


Como o ferry “Heral of Free Enterprise” afundou?

O “Herald of Free Enterprise” era um navio roll-on, com um grande espaço aberto ao longo do navio, em vez de uma série de compartimentos estanques como é habitual.
O ferry zarpou com as portas da proa abertas, o que permitiu que  milhares de toneladas de água inundasse o navio
O tripulante cujo trabalho era fechar as portas, o assistente do capitão Mark Stanley, estava dormindo na hora em que deveria ter fechado as portas estanques
O primeiro oficial do “Heral of Free Enterprise”,Leslie Sabel disse que pensou ter visto Stanley se aproximando das portas, embora seu depoimento tenha sido considerado impreciso em tribunal.
O  contramestre do navio “ Terence Ayling”, disse a uma investigação pública que não era seu dever fechar as portas, atitude considerada pelo tribunal de  “muito infeliz”, mas tendo elogiado seu comportamento “exemplar” durante os trabalhos de resgate.

 
Stephen Homewood escreveu em seu livro Zeebrugee: A Hero's Story:

 “À medida que sua velocidade aumentava… a rampa da porta do navio foi empurrada para dentro , levantando cada onda de proa, permitindo que centenas e milhares de litros de água do mar entrassem no navio.
“Esta água acumulou-se no lado ,causando o virar do navio e à medida que mais água entrava, mais o navio se virava ate que virou-se para o lado em cima de um banco de areia, o que impediu de viral completamente.
O Navio virou-se em  apenas dois minutos e estava a cerca de um quilômetro da costa.
Uma draga próxima viu o ferry e imediatamente lançou uma operação de resgate. A Marinha Real Britânica enviou uma flotilha de navios e barcos, enquanto autoridades belgas enviaram equipes médicas para o porto para ajudar os sobreviventes .





O naufragio do "Herald of Free Enterprise"

Fofo https://www.express.co.uk/


Em 6 de março de 1987, 193 pessoas perderam a vida quando o “Herald of Free Enterprise” naufragou.
O ferry britânico virou-se  23 minutos depois de começar a viagem, no que deveria ter sido mais uma ligação entre Zeebrugge, na Bélgica, para Dover.

Havia cerca de 539 pessoas a bordo, incluindo 80 tripulantes, camionistas transportando mercadorias de volta ao Reino Unido e pessoal do exército em licença de fim de semana.
Muitos afogaram-se tentando escapar do navio afundando, enquanto outros sucumbiram à hipotermia nas águas geladas dos 3C.


Como o ferry “Heral of Free Enterprise” afundou?

O “Herald of Free Enterprise” era um navio roll-on, com um grande espaço aberto ao longo do navio, em vez de uma série de compartimentos estanques como é habitual.
O ferry zarpou com as portas da proa abertas, o que permitiu que  milhares de toneladas de água inundasse o navio
O tripulante cujo trabalho era fechar as portas, o assistente do capitão Mark Stanley, estava dormindo na hora em que deveria ter fechado as portas estanques
O primeiro oficial do “Heral of Free Enterprise”,Leslie Sabel disse que pensou ter visto Stanley se aproximando das portas, embora seu depoimento tenha sido considerado impreciso em tribunal.
O  contramestre do navio “ Terence Ayling”, disse a uma investigação pública que não era seu dever fechar as portas, atitude considerada pelo tribunal de  “muito infeliz”, mas tendo elogiado seu comportamento “exemplar” durante os trabalhos de resgate.

 
Stephen Homewood escreveu em seu livro Zeebrugee: A Hero's Story:

 “À medida que sua velocidade aumentava… a rampa da porta do navio foi empurrada para dentro , levantando cada onda de proa, permitindo que centenas e milhares de litros de água do mar entrassem no navio.
“Esta água acumulou-se no lado ,causando o virar do navio e à medida que mais água entrava, mais o navio se virava ate que virou-se para o lado em cima de um banco de areia, o que impediu de viral completamente.
O Navio virou-se em  apenas dois minutos e estava a cerca de um quilômetro da costa.
Uma draga próxima viu o ferry e imediatamente lançou uma operação de resgate. A Marinha Real Britânica enviou uma flotilha de navios e barcos, enquanto autoridades belgas enviaram equipes médicas para o porto para ajudar os sobreviventes .





terça-feira, 17 de julho de 2018

10 desaparecidos em naufrágio em Shangai


Dez marinheiros estão desaparecidos e três  foram resgatadas após uma colisão entre um petroleiro identificado como Yong An e o navio de carga geral Shun Qiang 2, que se afundou segundo informações do Shanghai Maritime Search and Rescue Center.

Shung Qiang 2 foto FleetMon


A colisão ocorreu em 15 de julho, perto de Xangai, e está em curso uma operação de busca e salvamento dos marinheiros desaparecidos .

O Shun Qiang 2 de bandeira chinesa teria sido carregado com 3.000 toneladas de aço laminado quando o incidente ocorreu.

A causa da colisão ainda está por ser determinada.
Yong An Foto FleetMon