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terça-feira, 29 de dezembro de 2015
domingo, 30 de dezembro de 2012
Fotos do antigamente. As dificuldades de outrora
Eram muitas as dificuldades por que passavam as gentes do mar antes do Porto Santo estar dotado de um porto.
Quando sopravam ventos de sul as dificuldades redobravam pois alem de não haver condições para descargas as embarcações ficavam desprotegidas, sendo necessário, quando possível vara-las para evitar encalhes ou então desloca-las para a zona da serra e do ilhéu de cima onde ficavam um pouco mais protegidas.
Usava-se Caterpillers ou muito gente a puxar um cabo com o barco a reboque. Os barcos deslizavam em cima de pranchas de madeira untadas com sebo que aqui eram vulgarmente chamadas de "parais"
Os navios que ficavam ao largo. sempre que o tempo permitia faziam transbordo de passageiros para os carreireiros, para a Profeta e para a Sra da Conceição, sendo por vezes bastante dificil proceder ao embarque e desembarque dos passageiros devido ao vento e ondulação.
Ja o embarque de mercadorias era feito as costas ou recorrendo a uns simples paus de carga do barcos carreireiros.
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| Carreireiro atracado no cais do Porto Santo |
Quando sopravam ventos de sul as dificuldades redobravam pois alem de não haver condições para descargas as embarcações ficavam desprotegidas, sendo necessário, quando possível vara-las para evitar encalhes ou então desloca-las para a zona da serra e do ilhéu de cima onde ficavam um pouco mais protegidas.
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| Vento forte de sul |
Usava-se Caterpillers ou muito gente a puxar um cabo com o barco a reboque. Os barcos deslizavam em cima de pranchas de madeira untadas com sebo que aqui eram vulgarmente chamadas de "parais"
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| Varando a Sra da Conceiçao |
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| Colocando o carreiro a flutuar a custa de muito esforço humano |
Os navios que ficavam ao largo. sempre que o tempo permitia faziam transbordo de passageiros para os carreireiros, para a Profeta e para a Sra da Conceição, sendo por vezes bastante dificil proceder ao embarque e desembarque dos passageiros devido ao vento e ondulação.
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| Madeirense fundeado ao largo |
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| Cedros e Sra da conceição |
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| Inesquecível "Profeta" |
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| Carreireios apinhados de passageiros |
Ja o embarque de mercadorias era feito as costas ou recorrendo a uns simples paus de carga do barcos carreireiros.
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| Passageiros e mercadorias |
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| Embarque de gado |
© Fotos: Manuel Jardim, (Luciano Fotografo)
Fotos do antigamente. As dificuldades de outrora
Eram muitas as dificuldades por que passavam as gentes do mar antes do Porto Santo estar dotado de um porto.
Quando sopravam ventos de sul as dificuldades redobravam pois alem de não haver condições para descargas as embarcações ficavam desprotegidas, sendo necessário, quando possível vara-las para evitar encalhes ou então desloca-las para a zona da serra e do ilhéu de cima onde ficavam um pouco mais protegidas.
Usava-se Caterpillers ou muito gente a puxar um cabo com o barco a reboque. Os barcos deslizavam em cima de pranchas de madeira untadas com sebo que aqui eram vulgarmente chamadas de "parais"
Os navios que ficavam ao largo. sempre que o tempo permitia faziam transbordo de passageiros para os carreireiros, para a Profeta e para a Sra da Conceição, sendo por vezes bastante dificil proceder ao embarque e desembarque dos passageiros devido ao vento e ondulação.
Ja o embarque de mercadorias era feito as costas ou recorrendo a uns simples paus de carga do barcos carreireiros.
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| Carreireiro atracado no cais do Porto Santo |
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| Vento forte de sul |
Usava-se Caterpillers ou muito gente a puxar um cabo com o barco a reboque. Os barcos deslizavam em cima de pranchas de madeira untadas com sebo que aqui eram vulgarmente chamadas de "parais"
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| Varando a Sra da Conceiçao |
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| Colocando o carreiro a flutuar a custa de muito esforço humano |
Os navios que ficavam ao largo. sempre que o tempo permitia faziam transbordo de passageiros para os carreireiros, para a Profeta e para a Sra da Conceição, sendo por vezes bastante dificil proceder ao embarque e desembarque dos passageiros devido ao vento e ondulação.
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| Madeirense fundeado ao largo |
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| Cedros e Sra da conceição |
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| Inesquecível "Profeta" |
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| Carreireios apinhados de passageiros |
Ja o embarque de mercadorias era feito as costas ou recorrendo a uns simples paus de carga do barcos carreireiros.
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| Passageiros e mercadorias |
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| Embarque de gado |
© Fotos: Manuel Jardim, (Luciano Fotografo)
terça-feira, 24 de julho de 2012
Pedaços da história "Madeirense"
Pedaços de um navio que me foi muito querido armazenados no armazém do seu ultimo armador, a Porto Santo Line, que me fazem despertar as saudades sempre que os vejo. Saudosismos
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| Brasão da Empresa de Navegação Madeirense que ornamentava a bela roda de proa do Madeirense |
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| Telegrafo de maquinas, construído pela empresa J.Garraio |
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| Ancora suplente do Madeirense Copyright fotos: Elvio Leão |
Pedaços da história "Madeirense"
Pedaços de um navio que me foi muito querido armazenados no armazém do seu ultimo armador, a Porto Santo Line, que me fazem despertar as saudades sempre que os vejo. Saudosismos
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| Brasão da Empresa de Navegação Madeirense que ornamentava a bela roda de proa do Madeirense |
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| Telegrafo de maquinas, construído pela empresa J.Garraio |
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| Ancora suplente do Madeirense Copyright fotos: Elvio Leão |
sábado, 28 de abril de 2012
Fotos do antigamente. Os navios de passageiros que ligaram o Porto Santo á Madeira
Como qualquer ilha, o Porto Santo está depende muito das ligações marítimas de passageiros, neste caso com a principal ilha do arquipélago , a Madeira.
Alem dos pequenos barcos, inicialmente á vela e depois a motor denominados de carreireiros , estiveram tambem ligados a ligação inter-ilhas alguns navios, uns de grande porte, outros de porte mais pequeno, uns exclusivamente na linha, outros apenas com escalas quanto vinham ou iam para Lisboa, mas todos importantes para a circulação de pessoas e bens entre as ilhas.
Possuindo porto de abrigo só a partir dos anos oitenta, o transporte de passageiros é muitas vezes condicionado pelas condições de desembarque, efectuadas ,nos navios grandes, com transbordo para os carreireiros ou lanchas disponiveis na ilha, nos navios pequenos directamente para o cais. Tanto numa ou noutra situação a ondulação que muitas vezes existia no pequeno cais da vila, obrigava a manobras muito complicadas pelos barcos que la atracavam e a situações por vezes muito perigosas, tanto para os barcos como para os passageiros, muito pela dificuldade em manter o barco o mais parado possível para os passageiros "saltarem" em segurança para as escadas do cais.Aconteceu por vezes tal não ser possível e os barcos ou iam para um desembarcadouro na costa oeste "Zimbralinho" quanto tal era possível ,ou voltam para a Madeira com os passageiros.
Felizmente a partir da década de oitenta com a inauguração do Porto a situação mudou, assim como os navios, e passou-se de pequenos navios de passageiros, rápidos ou não, ou navios mistos, carga e passageiros convencionais para navios ferry, com grande capacidade de transporte e comodismo, mas, mesmo por vezes quando o mar está muito revolto com vento e ondulação forte do quadrante sul, o porto fica condicionado e também aconteceu o ferry não conseguir atracar e voltar para a Madeira com os passageiros e carga, ou então quanto a situação é previsível com avisos meteorológicos as viagens são simplesmente canceladas, evitando assim o incomodo aos passageiros.
A Companhia Insulana de Navegação esteve presente no transporte de passageiros para Porto Santo com os seus navios ao longo dos anos. Note-se que estas ligaçoes não eram regulares, mas , e sobretudo no Verão eram uma alternativa aos carreireiros.
E Empresa de Navegação Madeirense desde cedo fez deslocar os seus navios ao Porto Santo com passageiros e alguma carga, principalmente transportando conservas de peixe da extinta fabrica de conservas do Porto Santo para o continente
Havia uma lancha que era quase que indispensável no transporte dos passageiros no transporte dos passageiros entre os navios e o cais . Refiro-me á "Profeta"
No que diz respeito a navios mais pequenos tivemos o "Milano" depois o "Pirata Azul" ambos do armador José Maria Branco, O " Pirata Azul" foi depois adquirido pelo Governo Regional da Madeira, onde depois de uma experiência com o catamarã rápido "Alizur Amarillo" comprou o muito idêntico "Independencia" e por ultimo o "Pátria".
Alem dos pequenos barcos, inicialmente á vela e depois a motor denominados de carreireiros , estiveram tambem ligados a ligação inter-ilhas alguns navios, uns de grande porte, outros de porte mais pequeno, uns exclusivamente na linha, outros apenas com escalas quanto vinham ou iam para Lisboa, mas todos importantes para a circulação de pessoas e bens entre as ilhas.
Possuindo porto de abrigo só a partir dos anos oitenta, o transporte de passageiros é muitas vezes condicionado pelas condições de desembarque, efectuadas ,nos navios grandes, com transbordo para os carreireiros ou lanchas disponiveis na ilha, nos navios pequenos directamente para o cais. Tanto numa ou noutra situação a ondulação que muitas vezes existia no pequeno cais da vila, obrigava a manobras muito complicadas pelos barcos que la atracavam e a situações por vezes muito perigosas, tanto para os barcos como para os passageiros, muito pela dificuldade em manter o barco o mais parado possível para os passageiros "saltarem" em segurança para as escadas do cais.Aconteceu por vezes tal não ser possível e os barcos ou iam para um desembarcadouro na costa oeste "Zimbralinho" quanto tal era possível ,ou voltam para a Madeira com os passageiros.
Felizmente a partir da década de oitenta com a inauguração do Porto a situação mudou, assim como os navios, e passou-se de pequenos navios de passageiros, rápidos ou não, ou navios mistos, carga e passageiros convencionais para navios ferry, com grande capacidade de transporte e comodismo, mas, mesmo por vezes quando o mar está muito revolto com vento e ondulação forte do quadrante sul, o porto fica condicionado e também aconteceu o ferry não conseguir atracar e voltar para a Madeira com os passageiros e carga, ou então quanto a situação é previsível com avisos meteorológicos as viagens são simplesmente canceladas, evitando assim o incomodo aos passageiros.
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| Vapor "Gavião" efectuou ligação entre Funchal e Porto Santo nas décadas de 30 e 40. |
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| Vapor "Lima" nas sua viagens de e para Lisboa ìa ao Porto Santo |
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| " Carvalho Araujo" da Companhia Insulana de Navegação |
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| Navio "Gorgulho" da Companhia Insulana de Navegação |
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| "Madalena" Companhia Insulana de Navegação |
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| "Cedros" da Companhia Insulana de Navegação |
E Empresa de Navegação Madeirense desde cedo fez deslocar os seus navios ao Porto Santo com passageiros e alguma carga, principalmente transportando conservas de peixe da extinta fabrica de conservas do Porto Santo para o continente
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| "Funchalense " 1 Da Empresa de Navegação Madeirense |
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| "Madeirense" 1 Empresa de Navegação Madeirense |
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| "Funchalense" 2 Empresa de Navegação Madeirense |
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| "Funchalense" 3 Empresa de Navegação Madeirense |
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| "Lisbonense" Afretado pela Empresa de Navegação Madeirense para fazer o transbordo dos passageiros que chegavam ao Porto Santo de avião ao recente inaugurado aeroporto. |
Havia uma lancha que era quase que indispensável no transporte dos passageiros no transporte dos passageiros entre os navios e o cais . Refiro-me á "Profeta"
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| "Profeta" foto gentilmente cedida por Daniel Leão |
No que diz respeito a navios mais pequenos tivemos o "Milano" depois o "Pirata Azul" ambos do armador José Maria Branco, O " Pirata Azul" foi depois adquirido pelo Governo Regional da Madeira, onde depois de uma experiência com o catamarã rápido "Alizur Amarillo" comprou o muito idêntico "Independencia" e por ultimo o "Pátria".
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| Lancha "Milano" |
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| Pirata Azul |
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| Alizur Amarillo |
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| Independencia |
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| Patria. |
Depois de passada o tempo dos catamarãs rápidos passou-se para a era dos ferries, que vieram otimizar o transporte inter-ilhas. O primeiro ferry a operar na ligação foi o " Lusitânia Expresso" que não conseguiu operar como car-ferry por não existir rampas ro-ro nos portos. Depois a Porto Santo Line faz a experiencia com o" Lady of Mann" e prostriormente comprou o "Lobo Marinho" e recentemente mandou construir o novo " Lobo Marinho".
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| Ferry "Lady of Mann" |
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| Ferry " Lobo Marinho" 1 |
| Ferry "Lobo Marinho" |
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