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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Estreia do Mega Jet na Praia da Victoria

O Ferry de alta velocidade HSC Mega Jet estreou hoje na Praia da Victoria, ao serviço da Atlântico Line que este ano optou por usar ferries catamarã de alta velocidade na operação de verão.
O Mega Jet está juntamente com o Master Jet a fazer as ligações que ate o ano passado eram efectuadas pelos "Santorini Express" e pelo "Helenic Wind", este ultimo também um ferry de alta velocidade mas mono casco.













© Fotos : Mário Silva

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Navio "Alta" avariado a 1380 milhas das Bermudas

O navio de carga geral  “Alta”de  bandeira tanzaniana teve uma avaria na maquina quando navegava a aproximadamente 1,380 milhas a sudeste das Bermudas, O navio deslocava-se da Grécia para Haiti e tem 10 tripulantes a bordo

Foto Guarda Costeira EUA

Segundo informação da tripulação tinham comida suficiente para dois dias e água para 15 dias, pelo que a Guarda Costeira dos EUA , conseguiu entregar comida suficiente para uma semana na tarde de terça-feira. Lançada por para quedas de  bordo de um avião Hercules HC-130 da Estação Aérea de Elizabeth City, na Carolina do Norte,

Veja Tambem Ferry "Regina Seaways" com incêndio no Baltico

Foto Guarda Costeira EUA


O armador contratou um rebocador que irá rebocar o navio para Saint Maarten, devendo chegar à localização do “Alta” na próxima semana.





quarta-feira, 7 de junho de 2017

Estreia do Mega Jet na Praia da Victoria

O Ferry de alta velocidade HSC Mega Jet estreou hoje na Praia da Victoria, ao serviço da Atlântico Line que este ano optou por usar ferries catamarã de alta velocidade na operação de verão.
O Mega Jet está juntamente com o Master Jet a fazer as ligações que ate o ano passado eram efectuadas pelos "Santorini Express" e pelo "Helenic Wind", este ultimo também um ferry de alta velocidade mas mono casco.













© Fotos : Mário Silva

domingo, 9 de agosto de 2015

Austral entrega ferry de alta velocidade

A Austral Limited entregou o primeiro de dois ferries catamarã de alta velocidade á Abu Dahbi National Oil Company
O catamarã de 45 metros de comprimento teve um custo de 30 milhões de dólares, e foi construído em Abril de 2014 no estaleiro da  Austral nas  Filipinas.O segundo ferry deverá ser entregue no final deste trimestre.

Foto : Austral

domingo, 25 de dezembro de 2016

Naviera Armas compra Highspeed 6

A Naviera Armas comprou á Hellenic Seaways, o catamarã de alta velocidade Highspeed 6, para efectuar a ligação Motril (Espanha) a Nador(Marrocos) a partir de Março de 2017, substituindo assim o Volcan de Timanfaya, que apesar de ser um excelente ferry não tem a velocidade do" Highspeed 6", respondendo assim á entrada do "Ilha Chios" da concorrente Balearia na linha Motril/Mellila.
A Naviera Armas lança-se assim no mercado cada vez mais competitivo doa ferries de alta velocidade.
O Highspped 6 foi constuido pela Incat na Austrália, em 2000 para a Acciona/Transmediterranea, para a ligação Barcelona/Palma de Maiorca, sendo depois , em 2010 vendido da Hellenic Seaways, operando no mediterrâneo entre Piraeus e as ilhas Cíclades. tem 96 metros de comprimento,26.60 de boca, e 4 metros de calado. Transporta 966 passageiros e 260 automóveis,Tem uma velocidade máxima de 40 nós,



Fotos:Wikipedia

sábado, 1 de setembro de 2018

Norsepower instala dois rotores de energia eólica no petroleiro LR2


A empresa de propulsão usando energia eolica “Norsepower” concluiu a instalação de rotores “Rotor Sails” a bordo do petroleiro LR2 MaerskPelican. Com 30 metros de altura por cinco de largura, são as maiores unidades que a Norsepower já construiu.

Foto Norspower Oy


O Rotor Sail é um rotor Flettner atualizado com controles automatizados e construção leve e, aproveita o chamado efeito Magnus para fornecer propulsão auxiliar direta. Quando as condições de vento são favoráveis, os motores principais podem ser desacelerados, economizando combustível e reduzindo as emissões, mantendo a velocidade .

“Enquanto a indústria passou por décadas de desenvolvimento tecnológico, o uso da tecnologia de propulsão eólica a bordo de um navio-tanque poderia nos levar a um novo campo de atuação. Essa nova tecnologia tem o potencial de ajudar a indústria a ser mais competitiva em termos de custo, pois movimenta cargas em todo o mundo para os clientes e reduz o impacto ambiental ”, disse Tommy Thomassen, diretor técnico da Maersk Tankers.

Foto Norsepower Oy


A Norsepower diz que as duas unidades reduzirão o consumo de combustível e as emissões associadas do Pelican em cerca de 7 a 10 por cento. Para validar a eficácia do sistema, a equipe do Lloyd's Register coletará dados durante uma fase de teste e conduzirá uma avaliação imparcial.
O projeto é apoiado pelo Energy Technologies Institute (ETI), uma parceria público-privada entre a indústria e o governo do Reino Unido. "A propulsão auxiliar do vento é uma das poucas tecnologias de economia de combustível que devem oferecer melhorias percentuais de dois dígitos", disse Andrew Scott, gerente do programa marinho da ETI. "A tecnologia é projetada para ser particularmente adequada para petroleiros e graneleiros, e este teste ajudará a determinar o potencial do Rotor Sail na indústria de petroleiros".

A vela do rotor Norsepower é uma atualização  do projeto original do rotor Flettner, que remonta a 1924, quando o engenheiro Anton Flettner instalou dois de seus recém-inventados rotores na escuna convertida a “Buckau tendo provado ser um sietema promissor, com alta confiabilidade e eficiência, mas a disponibilidade de combustível barato e o início da Grande Depressão impediram o desenvolvimento da tecnologia e da seu uso.
Foto MarineTraffic




Nove décadas depois, a ideia de Flettner ressurgiu e está ganhando popularidade. Além do “ Maersk Pelican ”, o equipamento da Norsepower pode ser encontrado no cruise ferry “Viking Grace “e no  ro-ro “Estraden” . A empresa diz que é adequada para a maioria das embarcações com espaço de convés aberto, alta utilização e rotas comerciais com condições de vento favoráveis.







segunda-feira, 24 de março de 2014

As pessoas, as maquinas e a segurança nos portos

Não ha compatibilidade entre movimentação de maquinas e pessoas nos portos.
 As maquinas são gigantescas, extremamente pesadas, e com ângulos de visibilidade por vezes nula, o que é propicio a acidentes. Essa é a razão porque nos portos desenvolvidos não é permitida a entrada a pessoas e veículos a não ser que estejam devidamente autorizados e sinalizados. O equipamento de grande visibilidade (colete de alta visibilidade) é extremamente importante, mas mais importante é a consciência das pessoas que são obrigadas a trabalhar no raio de operação destas maquinas.
Os acidentes acontecem mesmo com estas normas e restrições como é exemplo o acidente acontecido hoje no porto do Caniçal onde uma mulher piloto de um dos navios, foi colhida por uma maquina quando estava distraidamente a falar ao telemóvel. Ver aqui



Um péssimo exemplo é o porto do Porto Santo onde há uma maquina portuária de grandes dimensões, a operar num minúsculo parque de contentores onde é simultaneamente de parque de estacionamento de automóveis, de zona de passeio para pessoas e ate de lazer.
 Alguns, felizmente não muitos, são condutores que em carros ligeiros de passageiros, entram no parque a alta velocidade, sem ter atenção ao facto de poder estar em movimento uma maquina a movimentar contentores , ou um camião que carrega ou descarrega um contentor.
A quem atribuir responsabilidade??
Em primeiro lugar suponho que  á autoridade portuária, primeiro por não ter sinalização, depois pela péssima configuração dos acessos em que mistura tudo, contentores, pessoas carros e maquinas, e por ultimo  á inconsciência das pessoas que esquecem-se que estão num porto, num parque de contentores e dos riscos que isso acarreta.
Faço votos para que tal situação seja rapidamente verificada e corrigida para evitar acidentes que por muito cuidado que haja acabam sempre por acontecer.
Alem da segurança ja avaliada, é também preocupante a própria segurança de mercadorias e bens estacionados no porto, pois o porto do Porto Santo é um porto de livre acesso.Não tem vedações, não tem nada que impeça quem quer que seja entrar, usar e abusar do que está supostamente seguro, pois um porto, ,nomeadamente as zonas de parqueamento de mercadorias, é um local que deveria se seguro e de acesso restrito. È absolutamente normal ver automóveis a praticamente qualquer hora a entrar e a sair do porto sem qualquer tipo de controle, o que num fronteira como um porto é suposto ser é incompreensível.




© Fotos: Elvio Leão com direitos reservados

sábado, 25 de junho de 2016

Fred Olsen Lines converte ferry a GNL

A Fred Olsen Lines, vai converter o seu ferry de alta velocidade " Bencomo Express" para (GNL) gás natural liquefeito, naquela que é a primeira conversão de um HSC de DIESEL para GNL.
Resultante de um consurso publico efectuado pela Fred Olsen Lines em 2015, foi assinado agora  um contrato entre a mesma e a Navantia para a conversao do ferry.
O "Bencomo Express" será agora convertido com financiamento da União Europeia baseado no projecto  GAINN4Ship através do programa""Interligar a Europa" tendo recebido o reconhecimento na area de inovação tecnologica,,na melhoria da eficiencia energetica, sustentabilidade e proteção ambiental.
O Bencomo Express é um dos dois navios de alta velocidade que  ligam Agaete (norte de Grã Canaria) a Santa Cruz de Tenerife efectuando 6 ligações diárias coma duração de 1.20 minutos.








Foto Fred Olsen Lines

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Primeiro Ropax de alta velocidade a GNL

Está a ser construído nos estaleiros Guangzhou Shipyard International , na China, o primeiro navio Ropax de alta velocidade propulsionado a GNL (Gas natural liquefeito).
O navio de 200 metros de comprimento destina-se ao armador Rederi Ab Gotland, e é um projeto da Wärtsillä, destinando-se a operar entre o continente e a ilha sueca de Gotland. Cumpre todos os requesitos do IMO no que dis respeito ás emissões de gazes.
Está equipado com 4 motores Wärtsillä 50DF, acoplados a 2 caixas de velocidades que fazem impulsionar 2 helices de passo variavel. Tem tambem 4 geradores Wärtsillä 20 DF e dois impulsores de proa. O navio deverá entrar em funcionamento em 2015, sendo que a instalação dos equipamentos da Wärtsillä deverá começar no final de 2015.

© Foto: Wärtillä

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um ferry para o futuro

Com um design inovador este ferry RoPax  é especialmente desenhado para viagens curtas até um dia 
Este projeto caracteriza-se por ser muito flexivel respondendo ás necessidades do operador oferecendo uma  alta capacidade de passageiros na estação do verão e mais flexibilidade de carga durante o inverno. Alta confiabilidade e baixos custos operacionais são aspectos-chave desta embarcação. 

Caraceristicas

  • 114,30 mx 20,5 m / 17.800 GT
  • 1100 metros de deck para 230 carros
  • 970 passageiros
  • Velocidade de serviço 20 kn
  • 2 x 4.000 kW 
  • Det Norske Veritas Ξ 1A1 Car Ferry A, E0, NAUT-AW






Fotos e fonte de informação http://www.fsg-ship.de

terça-feira, 5 de maio de 2015

Os navios da BigRoll


A BigRoll está construindo quatro navios classe  MC  para operaçoes heavy lift, Serão o "BigRoll Barentsz", o "BigRoll Bering" O "BigRoll Baffin" e o "BigRoll Beaufort"


A classe MC é um projeto da  BigRoll. Os navios da classe  MC foram projectados para ter um alta capacidade de lastro, baixo consumo de combustível, velocidade de serviço de alta  o que significa que as forças de aceleração mais baixas sobre a carga. O design inovador do casco e configuração de propulsão garantem isso.
Os navios MC  foram especificamente projectados para transportar módulos e equipamentos de grandes dimensões e são  adequados para viajar para áreas remotas como o Árctico, bem como no offshore. São navios com uma capacidade muito elevada de lastro de modo a reduzir o tempo de carga e descarga, desse modo, também  aumentar os níveis de segurança durante estas operações.
O convés é  completamente nivelado e pode ser usado em todo o comprimento  para carga, descarga e estiva. 
Caracteristicas
Comprimento 173 m
Boca 42 m
Calado 12 m
Espaço livre de convés 125x43 m





Foto; http://www.bigrollshipping.com/

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um ferry para o futuro

Com um design inovador este ferry RoPax  é especialmente desenhado para viagens curtas até um dia 
Este projeto caracteriza-se por ser muito flexivel respondendo ás necessidades do operador oferecendo uma  alta capacidade de passageiros na estação do verão e mais flexibilidade de carga durante o inverno. Alta confiabilidade e baixos custos operacionais são aspectos-chave desta embarcação. 

Caraceristicas

  • 114,30 mx 20,5 m / 17.800 GT
  • 1100 metros de deck para 230 carros
  • 970 passageiros
  • Velocidade de serviço 20 kn
  • 2 x 4.000 kW 
  • Det Norske Veritas Ξ 1A1 Car Ferry A, E0, NAUT-AW






Fotos e fonte de informação http://www.fsg-ship.de

terça-feira, 5 de maio de 2015

Os navios da BigRoll


A BigRoll está construindo quatro navios classe  MC  para operaçoes heavy lift, Serão o "BigRoll Barentsz", o "BigRoll Bering" O "BigRoll Baffin" e o "BigRoll Beaufort"


A classe MC é um projeto da  BigRoll. Os navios da classe  MC foram projectados para ter um alta capacidade de lastro, baixo consumo de combustível, velocidade de serviço de alta  o que significa que as forças de aceleração mais baixas sobre a carga. O design inovador do casco e configuração de propulsão garantem isso.
Os navios MC  foram especificamente projectados para transportar módulos e equipamentos de grandes dimensões e são  adequados para viajar para áreas remotas como o Árctico, bem como no offshore. São navios com uma capacidade muito elevada de lastro de modo a reduzir o tempo de carga e descarga, desse modo, também  aumentar os níveis de segurança durante estas operações.
O convés é  completamente nivelado e pode ser usado em todo o comprimento  para carga, descarga e estiva. 
Caracteristicas
Comprimento 173 m
Boca 42 m
Calado 12 m
Espaço livre de convés 125x43 m





Foto; http://www.bigrollshipping.com/

sábado, 25 de junho de 2016

Fred Olsen Lines converte ferry a GNL

A Fred Olsen Lines, vai converter o seu ferry de alta velocidade " Bencomo Express" para (GNL) gás natural liquefeito, naquela que é a primeira conversão de um HSC de DIESEL para GNL.
Resultante de um consurso publico efectuado pela Fred Olsen Lines em 2015, foi assinado agora  um contrato entre a mesma e a Navantia para a conversao do ferry.
O "Bencomo Express" será agora convertido com financiamento da União Europeia baseado no projecto  GAINN4Ship através do programa""Interligar a Europa" tendo recebido o reconhecimento na area de inovação tecnologica,,na melhoria da eficiencia energetica, sustentabilidade e proteção ambiental.
O Bencomo Express é um dos dois navios de alta velocidade que  ligam Agaete (norte de Grã Canaria) a Santa Cruz de Tenerife efectuando 6 ligações diárias coma duração de 1.20 minutos.








Foto Fred Olsen Lines